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Ana Lima
São Paulo (SP)
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Ana Lima
Comentário ·
há 5 anos
O abandono afetivo e a obrigação de convivência – reflexos processuais
Fabio Cenci Marines
·
há 13 anos
Eu acredito que a justiça deve começar a punir ambos, pai e mãe, nessa questão de filhos indesejados, vivemos um um mundo de igualdade, onde mulheres lutaram para serem livres sexualmente e ganharam esse direito, então porque no momento da concepção ela é sempre a coitadinha?
Existem muitos casos de mulheres que mentem para o companheiro alegando está prevenida e depois aparece com a gravidez, obrigando o cara que só queria uma curtição, ficar ligado a ela pelo resto da vida.
Eu sou casada há 17 anos e tenho apenas dois filhos. Digo com propriedade, a mulher pode controlar a situação de quando e como engravidar, e se ela decidir não engravidar, assim será. É o seu corpo, como não consegue ter controle sobre isso?
O Problema é a justiça obrigar esse homem a fazer visitas periódicas, "amar" alguém que o faz lembrar da fulana que usa a justiça para inferniza-lo o tempo todo. Isso nunca dará certo.
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Ana Lima
Comentário ·
há 7 anos
Registrei um filho que não é meu. E agora?
Leonardo Petró de Oliveira
·
há 10 anos
Concordo IsaBel, ser homem no Brasil é tenebroso. As Leis Sempre favorecem as mulheres, muitas das vezes mulheres oportunistas e manipuladoras. No final o cara tem que carregar um fardo que não é dele, com a desculpa de preservar a criança, mas nunca punem quem colocou a inocente criança nessa enrascada.
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Otávio Campos
Comentário ·
há 5 anos
O abandono afetivo e a obrigação de convivência – reflexos processuais
Fabio Cenci Marines
·
há 13 anos
É muito complicado obrigar um pai que sofreu o golpe da barriga a ter um afeto normal.
A criança passa duas semanas escutando a mãe e a família dela falando mal do pai.
Chega no final de semana do pai, a criança ou adolescente está só pirraça e desobediência, xingando o tempo todo, insuportável.
E com o estilo de vida da golpista, bem diferente do pai que foi vitíma.
Realmente é injusto depois de passar anos cumprindo a obrigação da pensão, sem poder opinar ou participar em nada na educação do filho, ainda passar pela humilhação de ser condenado por não visitar aquele criança ou adolescente com a qual o pai não tem um traço de afinidade.
De qualquer maneira, é menos doloroso pagar essa indenização, do que o pesadelo de conviver com alguém que foi criado para te odiar.
E nem adianta vir com o argumento de um processo de alienação parental, que para um pai conseguir a guarda da criança, é impossível, a mãe tem que ser muito ignorante.
Só se consegue naqueles casos tipo, em que a mãe rotineiramente se filma torturando o filho e postando os videos na internet, depois de mandar para o pai. Sem contar o tempo e dinheiro que o pai vai precisar dispensar para conseguir uma causa assim.
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Eduardo Siqueira
Comentário ·
há 12 anos
O abandono afetivo e a obrigação de convivência – reflexos processuais
Fabio Cenci Marines
·
há 13 anos
Não falaria nem de golpe, mas há mulheres há anos desejosas de filhos que agarram a primeira situação pra ter um. Contam pro homem que não há problema na relação desprotegida (mas sabem que há) e "pronto", algumas semanas a notícia: "estou grávida". Imagine a situação e como o homem vai se sentir revoltado e furioso por ter confiado na mulher.
Obviamente o fruto da relação não tem culpa, mas há um componente aí que precisa ser levado em conta: o direito do homem de não querer aproximação. Ele odeia a mulher e odeia a consequência de sua relação. Acha que foi enganado (e foi) e agora se vê numa situação super complicada e difícil.
Me desculpem as feministas com seus "isso não existe", mas é o que mais existe por aí, sim. Minha mensagem pra vocês é: saim e conversem com outras mulheres pra saber se isso é impossível. Eu coleciono muitos casos parecidos.
O que a Justiça está dizendo é: "é obrigação sua acompanhar mesmo sem afeto. Odeie a criança mas finja que gosta dela, senão fica caracterizado o dano moral". Absurdo dos absurdos.
E como já disseram por aí: novos casos "Bernardo" ou "Isabella Nardoni" podem aparecer. Pra quê conviver com quem claramente não gosta de você? Nossa, isso é tão óbvio.
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Cristian X
Comentário ·
há 10 anos
Registrei um filho que não é meu. E agora?
Leonardo Petró de Oliveira
·
há 10 anos
Hoje em dia se registrar, sendo filho biológico ou não basicamente a resposta é uma:
Se LASCOU.
Vai ter que pagar pensão até o marmanjo decidir começar a trabalhar. Sabe-se lá se com 18, 24 ou até mais.
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